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Fé e Razão: A Cura Milagrosa na RCC

Faith and reason: the miraculous cure in the RCC

ISBN: 978.85.65893.60-2
Gênero: Religião
Páginas: 120
Editora: Ideias & Letras
Formato: 14x21cm
Peso: 0,284 Kg
Código: 3.01.02.1563
Ano: 2014
Trecho do livro:





SINOPSE

A partir de um olhar clínico sobre a relação entre medicina e religião ao longo da história, o livro faz uma análise cuidadosa da atuação da Renovação Carismática Católica e o restabelecimento do diálogo entre fé e razão, vistas antes como opostas. O autor explica porque esses conceitos não se contrapõem nem se excluem, mas complementam-se.

Bênção, graça e cura fecham o círculo da fortuna e/ou da desgraça, às vezes alcançando os desejos, outras protegendo contra o infortúnio de invejas, rancores, desavenças entre parentes e amigos, desafetos, mas tudo sob a égide do regime moral do milagre. Decorre daí a reordenação existencial por meio do bem alcançado, isto é: a saúde. Milagre, graça e bênção concedidos, ora pelos recursos normais ao alcance da medicina, ora pela irrupção explícita do sagrado. No entanto, o milagre não exclui os meios técnico-racionais da medicina, pois esses, na reinterpretação do devoto: "foram acionados por Deus no momento certo". O  milagre será a evidência da salvação, do livramento total do sofrimento, da presença divina e da atualidade do Sagrado na Igreja. Enfim, a salvação do doente, realizado no catolicismo, será a razão que o fideliza à Igreja e o afasta do mal que está a espreitar o mundo. Nessa direção, nas páginas deste livro, compreender-se-á o porquê de fé-razão e de medicina-religião não se contraporem, nem se excluírem, antes bem, complementarem-se e, até, reclamarem-se mutuamente.    

O Ritual dos Chrysântemos

The ritual of Chrysântemos


ISBN:  978-85-8088-081-6
Gênero: Romance
Páginas:  280
Editora: Reflexão - SP
Formato:  14 x 21 cm
Peso:  0,240 Kg
Acabamento:  Brochura
Ano:  2013
Trechos do livro
Ensaios





SINOPSE

O Ritual dos Chrysântemos conta a história amorosa e trágica de Eurico, filho de pai sírio e de mãe índia guarani, e Poliana, filha de pai japonês e mãe paraguaia. Desde a infância, os dois fizeram um pacto de castidade, de fidelidade até o seu casamento, ritualizado numa inscrição num pé de erva-mate, num morro de uma cidadezinha no interior do Mato Grosso do Sul. A história se desenvolve, a partir da morte de Poliana, na Avenida Paulista, num apartamento, onde Eurico, o namorado, residia. A morte de Poliana é envolvida por mistério, isto é, pela simbologia dos crisântemos (planta que acompanha misteriosamente a vida do casal) que são despetalados e semeados no corpo de Poliana (primeira vítima) e depois, durante um período de três anos, nos corpos das outras seis vítimas encontradas mortas nos parques de São Paulo. Nesse ínterim, a causa mortis de Poliana, a primeira vítima, torna-se um suspense, principalmente porque o narrador deixa o leitor a todo o momento em dúvida, sem saber, ao certo, se Poliana fora assassinada ou se suicidou. E, ainda, se fora morta, quem, possivelmente, seria o autor do homicídio e, consequentemente, dos outros assassinatos que envolvem, misteriosamente, a planta crisântemos. No momento da morte das seis jovens virgens, além da morte de Poliana, nos parques de São Paulo, os crisântemos fazem parte desse ritual macabro. Torna-se necessária à polícia a investigação dos crimes e à associação ao primeiro crime (o de Poliana), ocorrido no apartamento de Eurico, na Avenida Paulista. Desde então, Eurico é o primeiro suspeito e, por conta de um mandado judicial, é solto da delegacia, porque seu advogado, a partir de exames médicos, comprovou que Eurico sofria de esquizofrenia. A princípio, não se sabe, pois, se Poliana fora assassinada ou se cometeu suicídio e o leitor só irá descobrir se conseguir adentrar no jogo narrativo que o autor faz com maestria.




As Últimas Palavras

The last words


ISBN: 978-85-8088-083-0
Gênero: poesia
Páginas:  118
Editora: Reflexão - SP
Formato:  14 x 21 cm
Peso:  0,140 Kg
Acabamento:  Brochura
Ano:  2013
SINOPSE

As Últimas Palavras, de Celso Kallarrari, são poemas que traduzem os sentimentos de desatino e agonias, leveza e dureza, inconstância, falta de rumo, consequências das muitas urgências atuais, do esfriamento das relações, dos silêncios da alma e da corrupção dos discursos. Ao refletir este cenário caótico e desumanizante em que vivemos, seus poemas, aqui reunidos, evidenciam as dificuldades que o sujeito contemporâneo tem de adaptar-se ao sistema vigente e viver estas quebras, estas rupturas. Para tanto, o poeta busca traduzir —  em versos, estrofes,  às vezes, ritmadas, outras não —, palavras carregadas de sentidos e imaginação.

As Últimas Palavras pertencem a um conjunto de obras que nos permite adentrar numa rede de significados, onde, de forma convergente, a beleza e a sutileza se estreitam, mas, antagonicamente, também os dissabores que se nos apresentam, cotidianamente, como sendo normais e dignos de serem aceitos. Nesta obra, o autor mescla temáticas instigantes da contemporaneidade, consoante a tradição, sempre que a ela recorre. Esta composição poética se revela na reflexão metalinguística, filosófica e literária acerca do papel e função da poesia na formação do homem e no seu processo de humanização/desumanização.

Seus poemas evidenciam temáticas plurais que abarcam o hibridismo cultural, a fragmentação do homem e seus valores, a partir de uma análise crítica sintomática da paisagem caótica do mundo contemporâneo. De fato, As Últimas Palavras trazem o sentido do instante, do agora, do imediatismo, que não é definitivo, que não é o último, mas o pronunciamento que não só revela e desvela o momento presente, o hic et nunc — com todas as suas nuances, possibilidades, fragilidades —, mas também o seu lado cruel, desumano, sem chão que se aprume e sem teto que se abrigue.

Elas, As Últimas Palavras, têm a face do comunicável e do incomunicável, do emudecimento, do desenlace das relações e das certezas necessárias que não chegam porque já não cabem utopias, mas há também um firme propósito explícito no reconhecimento da incerteza, nos reveses da vida estética, sem louros, sem heróis e sem tesouros, e na identificação do caos, do egoísmo, da descoberta dos inúmeros significados, escondidos e esmagados.

Arolda Maria da Silva Figuerêdo
Prof.ª Mestranda em Crítica Cultural

As Últimas Horas

The last hours


ISBN:  978-85-61513-04-7
Gênero: poesia
Páginas:  74
Editora: Opção - ES
Formato:  14 x 21 cm
Peso:  0,54 Kg
Acabamento:  Brochura
Lançamento:  2009
Trecho do livro




SINOPSE

O título, As Últimas Horas, pode parecer derradeiro, uma vez que as últimas horas nos lembram o que se esvai, o que está perdendo suas forças. Nos poemas de Kallarrari, no entanto, essas últimas horas anunciam também lembranças e presenças memoráveis que se corporificam nos poemas e que podem ser salvas graças à tecnologia dos computadores.

Kallarrari compõe uma poesia intimista que se solidariza com o outro e com o mundo. Ele busca não somente as respostas aparentemente fáceis apreendidas nas experiências do cotidiano, mas também na consubstanciação da palavra em temas caros à tradição de língua portuguesa, transformando em heróis não os Camões e os Vascos da Gama, descobridores de última hora da lírica e dos sete mares, no entanto os maltrapilhos e “mal-fadados raimundos”.

Há também nestAs Últimas Horas, um tema recorrente a perpassar a maioria dos poemas: é uma poesia mística que busca (com) partilhar não somente com Deus, mas, sobretudo, com os leitores a angústia do eu lírico. É também a vontade manifesta de tentar agregar a potência de Deus à palavra, fortalecendo-a como peça imprescindível na composição do mundo. Leiamos algumas estrofes do poema-prece Senhora da América Latina.

As Últimas Horas também são os poemas sobre a morte, uma morte com vontade de retorno à velha terra sempre nova, morada na casa do Pai. Retorno ao lugar de onde o ser humano saiu, num princípio que reencarna a morte com um sentido de apaziguamento que nos faz pensar na grande aventura humana, na grande viagem humana por este mundo não como num vale de sofrimentos, mas como a busca pela verdade, pela paz e pelo reencontro do homem consigo mesmo, fechando as portas do inferno. Eis o dístico final do poema As Últimas Horas:

A terra há de dar a luz,
E fechar-se-á para sempre a morada dos infernos.

Que se fechem as portas do vale de lágrimas e que o leitor possa abrir estas páginas não como consolo, mas como matéria de reflexão sobre como a linguagem nos abranda e nos torna mais humanos.

Rosana Zanelatto
Prof. da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e Drª. em Literatura Portuguesa pela USP

A Porta Remendada

The patched door



ISBN:  978-85-88320-19-3
Gênero: poesia
Páginas:  180
Editora: Sotese - RJ
Formato:  14 x 21 cm
Peso:  0,180 Kg
Acabamento:  Brochura
Ano:  2003
Trecho do livro



SINOPSE


Seus poemas trazem temas envolventes, desenvolvidos a partir de sua vivência, retalhos de lembranças, resíduos de saudade, gritos de alerta embalados nos fios da esperança que sua criatividade sabe tecer como ninguém, prendendo assim o leitor, a cada página, numa perfeita simbiose que só a magia da poesia oferece, fazendo do seu livro “A PORTA REMENDADA”, uma ferramenta de despertamento nas mãos do leitor, um material essencial para a oficina de reflexão sobre os problemas atuais e um bálsamo para o coração. Kallarrari traz, em sua obra, a vibração que caracteriza o poeta e a versatilidade de escritor. Dispõe, com criatividade, de temas simples, referendando-os com talento e poetizando com arte a sua essência, expressando com clareza sua mensagem, abrindo espaços para outros trabalhos como este que com certeza virão.

Sellamari Rocha
Escritora

Kallarrari buscar, pois, atender ao seu chamado vocacional, ao chamado de todo artista, uma vez que a arte deve contribuir “para a consolidação duma beleza autêntica que, como revérbero do Espírito de Deus, transfigure a matéria, abrindo os ânimos ao sentido do eterno!” (Ode à juventude, v. 69: Wybór poezji, I {Wroclaw 1986} p. 63). Há, sempre, em todos os tempos, uma retomada através de um renovado diálogo entre a cultura e a Igreja, pois a arte tenta sempre exprimir o mundo inefável, a razão da existência; e, aqui, em forma poética, a dialética constante entre o humano e o espiritual. O autor busca, como a Igreja, uma inspiração que não deixa de ser, portanto, uma iluminação interior, deixando transparecer, em forma poética, certa experiência do Absoluto que o transcende a um crescimento espiritual. E, como bom evangelizador, não poderia deixar de comunicá-lo ao demais; entretanto, em conformidade com o intelecto, o sopro do espírito, como o misterioso artista do universo, essência dos grandes ícones e da literatura cristã de todos os tempos.

O autor tem o evangelho como modelos de fé cristã, como pano de fundo para a sua obra. Vemos, nitidamente, algumas de suas histórias se repetirem, no livro; pois o evangelho continua atualizado na história daqueles que buscam ser os continuadores da mesma missão do Cristo. Alguns poetas, como Agostinho, Hilário, Ambrósio, Prudêncio, Gregório de Nazianzo foram os precursores da poesia cristã, e tem um grande valor, tanto teológico como literário, e outros como Dante, autor de “o poema sagrado, para o qual concorreram céu e terra”.    

Eis, uma poesia nova na literatura brasileira: uma poesia de ordem religiosa e, porque não dizer, psicológica (interpessoal e intrapessoal) e moderna, pois; contextualizada e contestadora, que nos mostra o mundo atual, com seus dramas e mistérios, na modernidade e pós-modernidade, numa linguagem religiosa e profética, ao anunciar a parusia (o verdadeiro sentido de liberdade) e denunciar as mazelas humanas; que critica as novas tecnologias, o homem, e tenta resgatá-lo à sua essência, ao mistério, à razão primeva de sua existência: o ser supremo. Assim, na atualidade, a ciência e as novas tecnologias possibilitam ao homem tornar-se cada vez mais donos da realidade e manipulá-la como bem quiser. Pois este livro grita como um alto-falante, a toda cultura de morte, seja ela a guerra (“Uma gota d’água afoga”, “Reality Show” “Ontem e Hoje”), a eutanásia, a pena de morte, a miséria e a fome (“Escatologia”), neste mundo secularizado para a celebração da civilização do amor.

Valci Vieira dos Santos
Prof. Doutor em Literatura Comparada pela UFF

Educação a Distância e as Novas Tecnologias



ISBN:  978-85-8305-000-1
Gênero: Romance
Páginas:  281
Editora: Opção - SP
Formato:  14 x 21 cm
Acabamento:  Brochura
Ano:  2013





SINOPSE

Qualquer tecnologia, usada no contexto pedagógico, deve, além de contribuir para o processo ensino-aprendizagem, servir para encurtar distâncias e contribuir para humanizar as relações. Os quatro artigos que compõem este livro, não se coadunam com o ensino instrumental que se restringe ao espaço delimitado pelas fronteiras disciplinares, tampouco pode ser considerado como agregado a uma única disciplina ou se direcione ao estudo de tecnologias em si mesma. Da mesma forma que não se restringem aos limites disciplinares, os ensaios focam concepções e práticas pedagógicas que apoiam e integram distintas mídias e fontes de informação, tais como livros, músicas, publicações na internet, sites, contatos via e-mail, fóruns virtuais e outros.


Catecismo da Igreja Siríaca Ortodoxa

Catechism of the Syriac Orthodox Church



ISBN:  978-85-61859-08-4
Páginas:  118
Editora: Reflexão - SP
Formato:  14 x 23 cm
Acabamento:  Brochura
Ano:  2012






SINOPSE

Originalmente, o Catecismo da Igreja Ortodoxa Siríaca de Antioquia foi escrito em 1912, por Sua Santidade, o Patriarca Mar Efrém I Barsoum (1933-1957), no período em que ele era arcebispo na Síria. Em 1950, foi traduzido para o inglês pelo Reverendíssimo Padre Elias Sugar da Igreja da Virgem Maria (Arquidiocese de New York, New Jersey, EUA). E, mais recentemente, esta edição comentada foi traduzida e organizada por nós (Epaquia Ortodoxa de Goiânia) do inglês para o português.

Diferentemente do original, a esta versão foram acrescidos prefácio, introdução, comentários, conclusão e apêndice. De fato, por se tratar de uma edição comentada, à medida que iremos lendo as questões, apresentam-se, em notas de rodapé, comentários, explicações e excertos bíblicos que conceituam e aprimoram a leitura e compreensão do catecismo, a fim de melhor elucidar as temáticas atuais abordadas, uma vez que muitas outras discussões, a nível teológico e ecumênico (acordos, declarações e encíclicas), transcorreram-se depois da sua editio princeps. E, ao final, apresentaremos, como apêndice, um breve histórico da Igreja Sirian Ortodoxa no Brasil. 

Certamente, a publicação desta edição brasileira do Catecismo da Igreja Ortodoxa Siríaca, será material indispensável às nossas paróquias na formação de nossas crianças, jovens, adultos e na instrução sobre as verdades e essência da fé e doutrina cristã sírio-ortodoxa. Esta edição comentada, no formato de perguntas e respostas, pretende, pois, apresentar, de forma sucinta e de fácil assimilação, os princípios basilares que nossa Igreja professa acerca da sua fé, doutrina e tradição. Que somente Deus seja louvado pelas nossas obras!



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